Samanta
O clique metálico das portas do elevador executivo se fechando pareceu o som de uma tumba sendo selada. No segundo seguinte, o movimento de descida começou, e a minha estrutura, que até então tinha se mantido firme à base de puro ódio e adrenalina, simplesmente desmoronou. As minhas pernas vacilaram de tal forma que eu teria ido direto para o chão do elevador se Beth não tivesse passado o braço firme pela minha cintura, me sustentando.
— Respira, Samanta. Respira fundo — a voz dela era