Samanta
— Sam! Pelo amor de Deus, fica calma. Ariane, a Beth acabou de entrar! Chama ela, por favor! — a voz de Gabriel ecoava, parecendo vir de dentro de uma caverna abafada.
Eu sentia o estofado de couro texturizado do sofá da recepção sob o meu corpo, mas a sensação de vazio no meu estômago ainda era torturante. O cheiro de café derramado na calçada lá fora parecia impregnado nas minhas narinas. Minhas pálpebras pesavam toneladas, mas fiz um esforço hercúleo para abri-las. A silhueta de Gabr