Samanta
O trajeto do hall de entrada até o quarto de Lorenzo foi um borrão de urgência e calor. Se no meu apartamento eu tinha conseguido manter uma réstia de sanidade e lembrar do compromisso com o pai dele, agora, de volta à cobertura dele, todas as minhas barreiras haviam desmoronado. Eu o desejava com uma intensidade que raspava o desespero. Cada centímetro do meu corpo parecia pulsar em uma frequência diferente, como se eu estivesse mil vezes mais sensível do que o normal. O toque do tecid