Depois do café, a casa grande retomou o ritmo característico das manhãs na Fazenda Santa Aurora.
As portas e janelas foram abertas para deixar entrar a brisa fresca que ainda carregava o perfume das laranjeiras do pomar.
Ao longe, o barulho metálico dos baldes sendo organizados no curral misturava-se às vozes dos peões, que iniciavam mais um dia de trabalho entre o gado e os cavalos.
A vida seguia seu curso natural, como fazia havia décadas. Para Mariana, no entanto, cada passo em direção ao