A noite avançava, mas dentro do quarto de hotel, o tempo parecia ter congelado. Deitados na imensa cama de casal, sob o feixe suave da luminária de cabeceira, Luana e Miguel assistiam TV, em um silêncio tranquilo. O peão mantinha o corpo colado ao dela, deslizando a mão em movimentos circulares e lentos sobre sua barriga ainda plana. Ela fechou os olhos por alguns instantes, deixando-se guiar pela sensação de acolhimento e proteção que só os braços dele sabiam proporcionar.
— Eu te amo, sereia.