Era sábado de manhã, Miguel estava sentado na poltrona da sala, a tipoia sustentando o braço esquerdo e o peito firmemente enfaixado. Cada respiração profunda ainda arrancava uma careta de dor de seu rosto, mas nada comparado à saudade que começava a apertar.
Dona Rosa terminava de coar um café, quando o som de batidas rápidas na porta chamou a atenção de ambos.
— Quem será? — Rosa olhou para o filho já sentindo o corpo estremecer.
— Dona Rosa! — A voz de Fabiana veio de fora.
Ela finalmente c