Esses dias, meu coração de pai ficou apertado, que nem corda esticada, porque nosso menino, o Valério, de seis anos, adoeceu. Não foi nada de matar, graças a Deus, mas ver ele deitado, com febre e o rostinho sem cor, mexeu comigo de um jeito que nem sei explicar.
Eu, sempre fui o mais quieto dos irmãos, mais de fazer do que de falar, mas quando se trata do nosso filho, o instinto de proteger fala mais alto que tudo. A Laysla, nossa mulhé, tava ali, firme como sempre, mas vi nos olhos dela que