Quando deixei o quarto e segui pelo corredor, chegando na recepção, meu coração acelerou ao ver Theo sentado no sofá, com as pernas abertas e a cabeça baixa entre elas. Estava sozinho.
Borboletas em dobro voaram dentro do meu estômago, me provando que só ele conseguia causar aquilo em mim. Parei em sua frente e ele levantou os olhos na minha direção, o semblante também cansado e os olhos avermelhados.
“Eu amo você, Theo. Me dê um voto de confiança. Apesar de tudo, o fato de você duvidar dos meu