Entreguei o uísque à Anya e não cobrei as respostas das perguntas, certa de que em algumas horas ela me daria, quando não mais tivesse consciência.
Mas para meu azar ela trancou a porta pelo lado de dentro logo depois de receber a garrafa cheia. Fui para o quarto e pus as meninas na cama, ou melhor, no colchão, no chão. Elas queriam ouvir uma historinha para dormir, como a que Theo contou. Então fui obrigada a contar, tentando amenizar um pouco o que havia sido aquele dia: difícil para elas.
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