Dante Ferraz tinha dinheiro suficiente para comprar o Hotel Imperial sem consultar um banco. Ainda assim, despertou no quarto de hóspedes de uma mulher que acreditava tê-lo tirado da rua.
O armário permanecia quase vazio, ocupado apenas pelas roupas compradas na tarde anterior. O relógio marcava seis e dez, mas ele já estava acordado havia quase uma hora.
Poderia ter ido embora durante a noite. Bastaria uma ligação para que um carro o levasse a um dos apartamentos mantidos longe do nome Ferraz.