Pedro Hernandez
Deixo o telefone de volta na mesinha e suspiro pesadamente. Isso é estranho. Bruno nunca desaparece assim ou fica sem sinal. Pego meu telefone outra vez e disco o número da minha mãe. Imagino que saiba onde ele se meteu ou, talvez, esteja em casa mesmo, ocupado com alguma coisa. No terceiro toque, ela atende e posso ouvir sua risada e de minhas tias do outro lado da linha.
— Ele é realmente um cavalheiro, Sofia. — Ouço a voz de tia Margarita.
— Sim, é mesmo. — Minha mãe diz, a