Alex
— Não! — peço atordoado. Ana me lança um olhar especulativo e diferente do marido, ela parece querer saber o que tenho a dizer. A mulher vai até o seu marido, toma o telefone da sua mão e fala algo com um tom baixo demais. Aproveito esse tempo para me recompor e passo a mão no meu rosto, sentindo o sangue sujar as pontas dos meus dedos e uma ardência incomoda na sequência. Suspiro, tentando me levantar do chão. O casal se afasta da mesa e para a poucos centímetros de mim. Ele ainda mantém