— Aqui. — Apontou para os braços ralados. — E aqui, tia Mel. — Apontou para o curativo na testa.
— Não se preocupem, foi apenas um corte de leve. — Nos tranquilizou a enfermeira que era uma senhora de meia idade.
— Dá um beijinho para sarar, tia. — Pediu o espertinho me fazendo sorrir.
— Claro, Nonoh. — Srta. Paxton o chamou pelo apelido e deu um beijinho sobre o curativo dele, meu filho sorriu e abraçou ela.
— E eu? Não ganho nenhum abraço, não filhão? — Fiquei um pouco enciumado.
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