O átrio amplo da Maison Sartorial pareceu crescer diante dela como um palco. O chão negro brilhante refletia sua figura, os lustres modernos lançavam halos de luz sobre as peças expostas, e, no centro daquele ambiente intimidante, Eros Bitencourt estava acomodado em uma poltrona alta e modernista como se toda a loja fosse uma extensão natural do seu império.
Ele segurava uma taça de champagne entre os dedos.
As pernas longas estavam cruzadas com elegância arrogante, o terno impecável moldava se