POV: ELLEN BENEDITT
O Refúgio das Encantadas respirava.
Eu podia sentir.
Cada pedra, cada grão de poeira, cada eco antigo parecia reconhecer meu sangue, meu nome, minha alma.
Era como voltar para um lar que eu nunca vira, mas que sempre vivera dentro de mim.
Atravessar aqueles corredores cobertos de musgo e luz azulada era como ser acolhida por mãos invisíveis — suaves, fortes, eternas.
Meu coração batia pesado no peito, não de medo, mas de uma reverência que beirava a adoração.
E atrás de mim