No terceiro dia após o retorno de Bruna, a estrutura da família Soares já estava desmoronando sob a tensão. Ela se recusava a dormir na minha antiga cama, argumentando que o cheiro de amaciante era insuportável, que os lençóis cor-de-rosa ofuscavam a sua visão e que a luz do teto era agressiva demais. No entanto, quando a mãe desligava o interruptor, Bruna entrava em crise, abraçando os próprios joelhos enquanto tremia na escuridão.
Exausto daquela dinâmica imprevisível, o pai acendeu as luzes d