A minha mãe nesse universo paralelo se chama Diana Xavier.
Assim que entrei no quarto do hospital, ela teve o cuidado de fechar as cortinas até a metade, garantindo que a luz do sol repousasse no chão, sem ferir os meus olhos. Era nítido o seu zelo, pois a cada vez que tentava puxar assunto, ela me lançava um olhar atento antes de pronunciar qualquer palavra.
— O tom da minha voz está bom para você, querida? Quer que eu diminua um pouco mais a luz? — Perguntou ela, a voz carregada de uma doçura