Os dois dias em Santiago passaram voando, como se alguém tivesse apertado o botão de “avançar” na vida. Eu queria mais tempo ali, vendo neve, tomando chocolate quente e fugindo das aulas, mas, claro, a realidade sempre chama. Bryan precisava voltar ao trabalho porque, aparentemente, sem ele a empresa desmoronava. CEO, né? Deve ser difícil ser tão indispensável.
Tudo estava tranquilo até a hora de embarcar. Bryan recebeu uma mensagem no celular e, de repente, a expressão dele mudou. Ficou sério,