Os cinquenta e oito dias seguintes foram uma montanha-russa. Choros, noites mal dormidas, idas e vindas à UTI neonatal... Mas nossos pequeninhos eram fortes. Cada grama de peso que ganhavam era motivo de comemoração, cada respiração mais firme uma vitória. E hoje, finalmente, podíamos levá-los para casa. Era o dia que eu sonhava desde que os vi pela primeira vez, tão pequenos, tão frágeis.
Claro que sair do hospital com três recém-nascidos não seria algo simples. Bryan, apesar da experiência co