(...)
Já estamos no carro, o silêncio ainda está presente e também é motivo para o desconforto surgir novamente. Eu me pergunto se é algo muito ousado da minha parte pedir ao meu chefe para ligar o rádio para que eu possa ouvir alguma coisa, ou então eu mesma poderei fazer isso. Não tenho certeza de nada, mas também não me atrevo a fazer algo antes sem consultá-lo, e dessa forma não ficarei como uma aventada. Tenho o suficiente de ter ido à casa dele sem lhe dizer. Então eu prefiro perguntar.
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