Acelerei a Bros cortando o pátio da sede e freei suave perto da caminhonete preta.
Isadora demorou um segundo inteiro para soltar a minha cintura, como se o corpo dela se recusasse a aceitar a ordem do cérebro.
Celina já estava fora do veículo, com uma maleta veterinária em mãos e o braço apoiado na porta aberta, observando a nossa chegada com uma sobrancelha erguida e um sorriso sarcástico estampado no rosto.
— Atrapalhei alguma coisa? — ela perguntou, divertida.
— Não! — Isadora respondeu de