Durante o caminho de volta, eu fiquei calado, mas as duas bêbadas não pararam de falar um minuto sequer. Eu segurei o volante com tanta força que os nós dos meus dedos ficaram brancos, ouvir as duas comentando sobre a bebedeira e rindo, me tirou do sério.
— Ai, eu não tô bem — a Jules disse. Ela apertava a barriga e eu não tive tempo de perguntar nada, quando olhei na sua direção ela já estava vomitando tudo que tem no estômago. E fez isso no meu carro.
— Mas que porra! Por que não pediu para p