— Finalmente você acordou, minha filha — a voz embargada e ansiosa da minha mãe, entra pelos meus ouvidos, agora claramente.
Pisco os olhos até me acostumar com a claridade e conseguir abri-los completamente. Minha mãe me abraça e seus soluços baixos deixam-me triste, eu não gosto de vê-la sofrendo.
— Eu estou bem, mãe, não me machuquei — murmuro baixo.
— Eu sei. Eu sei. Mas é que eu fiquei tão preocupada. Todos nós ficamos — olha, avaliando-me minuciosamente. — Jules, eu não sei o que eu fa