ISABELLA
Levanto a mão para aliviar a dor de cabeça e abro os olhos suavemente. Estou em um quarto, um quarto laranja que nunca tinha visto antes. Comecei a sentir pânico, levantei-me apenas para que a gravidade me abandonasse e caí no chão. Ofeguei de dor quase imediatamente. A porta se abre de repente, mãos agarram meu rosto.
—M-mãe—. Disse, surpresa.
—Sou eu, querida—. Minha mãe sorri enquanto me ajuda a me levantar do chão e me coloca de volta na cama. Não me lembro de ela ter aparecido, ap