ISABELLA
—Isabella, você sabe perfeitamente quem eu sou — disse Charles, aproximando-se de mim.
—Fique aí! — Gritei, exigindo que ele permanecesse onde estava. —Eu não sei quem você é, olhe para todas as pessoas que você acabou de matar —. Gritei, apontando para a marca de mão ensanguentada na parede.
Eu estava mais do que furiosa, mas acima de tudo, morrendo de medo.
—Eram pessoas más, Bunny — sibilou, irritado com tudo.
—E talvez você também ache que eu sou uma pessoa má, lunático.
Beep
Beep