Henrique
Assim que atravessei a porta de vidro da varanda, o som das conversas no restaurante ficaram para trás. Apoiei uma das mãos no parapeito enquanto falava ao telefone sentindo o frio da noite.
— Eu consegui, Henrique. Estou com os documentos nas minhas mãos.
— Ótimo! Você tirou um peso das minhas costas. Eu sinto que algo está prestes a acontecer. Todo o silêncio do Heitor desde aquela noite e a visita do meu pai ao meu escritório ontem cheio de enigmas, não é um bom sinal.
Tadeu ficou e