Henrique
Eu e Guilherme continuamos a conversar, tentando compensar um pouco de todo o tempo que ficamos sem nos falar. Foi então que a voz do Tiziano ecoou ao fundo. Logo ele surgiu e apoiou-se no ombro do Guilherme.
— Posso participar ou esse encontro de irmãos é exclusivo?
Sorriu com seu jeito exageradamente convencido.
— Por Deus, Henrique! Você continua com essa cara de quem mordeu um limão.
— E você não muda. — Respondi revirando os olhos.
— Ainda bem. Imagina que tristeza seria nessa cas