Kayla
As minhas pernas pareciam feitas de gelatina enquanto eu caminhava de volta para o setor de relações públicas. O ar no corredor parecia pesado, e o eco dos meus próprios passos acelerados martelava na minha mente. Eu tentava respirar fundo, mas o nó no meu peito não desfazia.
Assim que passei pelas portas de vidro do meu departamento, soltei o ar que nem percebia que estava prendendo.
— Kayla? Pelo amor de Deus, o que aconteceu com você? — Ana, minha colega de trabalho, levantou-se