As portas do elevador se abriram com um deslizar silencioso, revelando a extensão imponente da sala da cobertura. Sem dizer uma palavra, Apolo me colocou de pé no chão, seus dedos ainda demorando um segundo a mais do que o necessário na minha cintura antes de se soltar. O toque dele, mesmo através da roupa, enviou uma descarga elétrica que eu odiava sentir.
Ele caminhou até o bar com uma tranquilidade calculada que me deixava ainda mais furiosa. Ali, serviu-se de uma dose generosa de uísque,