— Chega desse interrogatório, Apolo! Eu vou para casa agora mesmo — decretei, reunindo cada réstia de coragem enquanto me virava em direção ao elevador.
Eu não dei nem dois passos.
Apolo moveu-se com a agilidade assustadora de um predador. Seus dedos longos e firmes se fecharam ao redor do meu pulso, colando o meu corpo ao dele em um baque seco e avassalador.
Com o movimento brusco, a amarra do roupão dele se soltou completamente, expondo o peitoral largo, bronzeado e esculpido, coberto