Mundo de ficçãoIniciar sessãoRespirei fundo, sentindo o ar queimar a minha garganta, e ergui o queixo. Eu não ia me curvar à prepotência dele.
— O senhor não precisa ficar jogando na minha cara que é quem paga o meu salário, Sr. Ferraro, porque eu sei muito bem disso — respondi, sustentando o seu olhar de gelo. — O senhor me paga para trabalhar, e é exatamente isso que estou fazendo Com licença. Virei-me de costas de forma decidida






