Eu e Júlia nos viramos quase no mesmo instante para a porta de entrada, o coração disparando contra as costelas, tomadas por um choque absoluto. Mas o horror que congelou os meus passos não foi apenas ver Apolo Ferraro parado no hall do meu apartamento, impecável em seu terno escuro sem gravata, com os primeiros botões da camisa abertos e aquele olhar denso cravado em mim.
O que me tirou o chão foi olhar para baixo e ver a mãozinha do Léo segurando a maçaneta.
Meu filho. O meu garotinho , o