Assim que saímos do banho e nos recompomos do furacão que tinha sido a nossa segunda entrega, fui até o closet de Apolo. Em vez das minhas roupas, puxei dos cabides uma de suas camisas sociais brancas. A peça ficou enorme no meu corpo, caindo até a metade das minhas coxas, impregnada com aquele perfume amadeirado e marcante que era a assinatura dele.
Peguei meu celular sobre a penteadeira e liguei para Júlia.
— Amiga, como está o Léo? Ele já dormiu? — perguntei baixo, segurando a respiração