O homem parado no meu corredor era a última pessoa na Terra que eu esperava ver.
Apolo Ferraro não usava o paletó impecável de mais cedo; estava apenas com a camisa social escura, com as mangas dobradas até os antebraços e a gravata ligeiramente frouxa, revelando o início do pomo de adão pronunciado. O maxilar estava travado e os olhos fixos na tela do celular, que não parava de vibrar. Mas, no segundo em que a porta se abriu por completo, ele ergueu o olhar.
E congelou.
A urgência que