Com o coração batendo acelerado, eu caminho pela grama até Lucca, que continua olhando para o céu, como se a solução para todos os seus problemas estivesse escondida entre as nuvens. Ele parece tão calmo, enquanto eu sou um turbilhão de emoções, questionando o que tudo isso significa.
— Oi, Lucca! — digo, sentando ao seu lado, e ele vira o olhar para mim.
Com a luz suave que ainda ilumina o fim do dia, seu olhar azul, tão lindo e claro, me encara de um jeito que quase me faz perder o fôlego. Sé