As horas passam, e eu me viro no colchão fofo que foi colocado no chão ao lado da cama da Taty. Respiro fundo, tentando, a todo custo, enviar uma mensagem para o meu cérebro: “Ei, você aí, desliga! Eu preciso descansar!” Mas parece que meu cérebro não está nem aí para as minhas vontades.
Não consigo dormir. Pode ser o colchão que é mole demais, ou talvez o fato de ter um gato peludo deitado em cima de mim. O Snow, o gatinho da Taty, é uma fofura, mas nunca tive um contato tão próximo com um anim