Maria Eduarda
Após algum tempo, chegamos em casa.
Não disse uma palavra, apenas abri a porta do carro e saí.
— Espere. — Bati a porta com tudo e o encarei. — Tenho algo para você.
Franzi o cenho e fiquei esperando. Ele desceu do carro e abriu o porta-malas, tirou uma sacola enorme de dentro dele e me entregou.
— Desculpe — disse.
Peguei a sacola das suas mãos e caminhei em direção à entrada da minha casa. Ouvi-o batendo a porta do carro e arrancando com tudo, ele devia estar voltando para os b