Aquele lobo ofegava, claramente assustado, mas não sentia pena alguma. A imagem de Aisha, sua dor, seu sofrimento, passava pela minha mente como um filme torturante. Eu sabia que precisava encontrar uma maneira de ajudá-la a superar isso, de fazê-la sentir-se segura novamente.
— Se eu souber que qualquer outro colocou as mãos nela de novo, vão desejar nunca ter cruzado meu caminho. — Disse, minha voz baixa e ameaçadora. — Eles terão o mesmo fim que você, lento.
Antes de deixar aquela sala, chut