ZAHARA
Quando cheguei ao meu apartamento, estava levemente bêbada, procurei em todos os cômodos aquela presença masculina que tanto me agradava, ainda tinha esperanças de que houvesse algum sinal de que Theo tinha desistido de voltar para o Brasil, mas estava tudo quieto e vazio.
Assim que voltei à sala, vi um buquê e uma sacolinha da Cartier em cima do aparador, peguei o cartão e li o pedido de desculpas, mas sabia que aquela letra não era a de Theo porque essa não tinha o rabisco no final da