Helena Marin
Eu acordo antes do sol nascer. Já é um padrão tão enraizado em mim que às vezes nem é necessário pôr o despertador para funcionar. É incrível o quanto meu corpo sabe quando a noite termina, mesmo quando a mente ainda flutua nos restos de sonhos que mal me lembro.
Mas não acordo sozinha.
Uma mão quente desliza pela minha barriga em uma lentidão deliberada. Os dedos sobem, encontram meus seios que começam a ficar um pouco mais pesados. Ele aperta meus mamilos com firmeza suficiente p