O Perigo e a Beleza de Reyhani.
O vento do final de tarde sobrava frio e úmido vindo das águas do Bósforo, mas o ar no parque isolado no coração de Istambul parecia sufocante. Leyla estava de pé sob a copa de uma árvore centenária, trajando um conjunto discreto de caimento fluido. Seus 26 anos lhe conferiam uma postura ereta, consciente de sua própria força e da gravidade de cada palavra que pronunciava.
Diante dela, Doğan parecia a sombra desesperada do homem que ela um dia julgou amar.
— Leyla, por favor! — implorava ele,