Mundo de ficçãoIniciar sessãoBianca Olsen é uma mulher jovem e herdeira de uma fortuna bilionária. Sua vida em New York era perfeita, tinha uma família amorosa, amigos, viagens e luxo. Todavia, tudo isso desmorona, quando ela se casa com um homem extremamente violento e abusivo. Para fugir de seu agressor e recomeçar a sua vida, Bia tomará uma atitude drástica, que pode lhe causar muitos problemas futuros. John Cooper é um homem experiente e um CEO renomado, dono da maior empresa de Tecnologia de Sydney na Austrália. Após sofrer uma dupla traição, decide se fechar para o amor, e nunca mais ser fiel a ninguém. Só existe uma pessoa nesse mundo, a quem ele ama verdadeiramente, sua filhinha de cinco anos, Lívia. Entretanto, tudo muda, quando a nova babá, chega abalando todas as suas estruturas, e fazendo com que ele quebre a sua única regra: Não se envolver com nenhuma funcionária. Ela precisa de uma nova vida, ele precisa curar seu coração. Juntos irão descobrir, que sempre há tempo para recomeçar. Afinal, a vida é cheia de segundas chances! Você está pronta para o Recomeço?
Ler mais— Está tudo bem, Tenshi, eu posso ir sozinho.
— Está escuro, Alteza, e o caminho é acidentado.
— Tudo bem, tudo bem. — Shu abanou a mão, num sinal de dispensa enquanto descia da carruagem. — Não quero ocupar mais do seu tempo, sei que você é um oficial muito requisitado.
— Fui eu quem pediu pra vir, Alteza. — Tenshi soltou-lhe a mão direita assim que o Deus chegou no chão em segurança. Aquelas carruagens reais eram altas demais para um Deus com tão baixa estatura. — Eu insisto em acompanhá-Lo até o templo.
— Já disse que não precisa. — Shu sorriu-lhe, aquele Seu belo sorriso de rosto inteiro que em si já era uma benção, mas ainda assim Ele se esticou na ponta dos pés para deixar um ósculo na sua testa. — Muito obrigado por tudo, sim? E não se preocupe, eu vou ficar bem.
Tenshi fez uma profunda reverência enquanto Shu se afastava da carruagem a passos tranquilos. Realmente queria acompanhá-lo por todo o resto do caminho, mas mesmo o Deus do Sake, da Despreocupação e da Boa Sorte era tão teimoso quanto todos os demais da corte celeste, então não tinha o que fazer além de subir de volta na carruagem e deixar que fosse sozinho.
— Está mesmo bem escuro. — Shu murmurou consigo, apertando os olhos enquanto tentava olhar o caminho à frente, agora que a carruagem iluminada que o trouxera já estava certamente bem distante. — E as copas não me favorecem. — Olhou pra cima, vendo as folhas das árvores em torno cobrirem a luz do céu estrelado que poderia iluminar um pouco seu caminho. — Mas está bem. — Sorriu. — Devem fazer uma sombra fresca durante o dia.
Mas Tenshi não acertou só sobre a luz: o caminho realmente era bem irregular e fez o Deus tropeçar e quase cair, não fosse por um braço comprido que se estendeu à frente do seu torso.
— Oh... obrigado, né? — Virou pra sorrir pro seu bem feitor. Estava escuro demais pra ver seu rosto, mas distinguiu uma figura alta no seu vulto, de longos cabelos e membros compridos em vestes justas. Quem quer que fosse o soltou mas ofereceu-lhe a mão, que ele aceitou: uma mão bonita, grande mas fina, de dedos longos e unhas compridas, certamente masculina, bem como sua postura e andar imponente. Shu não falou nada durante o caminho, curioso com a figura que o conduzia no escuro, segurando sua mão com o mesmo respeito que Tenshi o fizera a pouco, no entanto mais firme. "Quem será...?", se perguntou no seu íntimo, tentando ver de canto nem que fosse apenas traços da aparência daquele ser de presença forte, até que a luz da Lua se fez presente de repente numa clareira entre as árvores. — Ah! Aqui está! — Olhou pra frente, vendo a entrada de um templo antigo: seu templo, abandonado, porém de pé. Apressou o passo, subindo os três degraus da escada de pedra enquanto sentia a mão que o conduziu até ali soltar a sua, devagar e gentilmente. — Né, obrigado por... — Mas quando se virou não viu ninguém. — ...me trazer até aqui.
Estranho... esperava encontrar uma besta em torno do templo, segundo o que tinham lhe avisado lá em cima, mas o que encontrou foi só um rapaz gentil que o impediu de tropeçar no caminho. Deu de ombros, cruzou os braços sob as mangas da túnica e fez o caminho do pátio do templo até a porta de correr aberta da casa. Foi deixada daquele jeito, ao que parecia: um breu profundo pairava em seu interior e o cheiro de poeira e madeira apodrecida era perceptível. "Não podia esperar menos de um Deus esquecido", pensou, rindo de si mesmo e tossindo enquanto estendia o manto sobre um canto no chão pra deitar ali. Estava doente, estava cansado, e tinha muito o que fazer ao amanhecer, mas aquela sombra de calor que ainda restara na sua mão esquerda deixou uma ponta de curiosidade solta que o fez dormir sorrindo.
— Devo te avisar sobre o que te espera quando chegar, Shu. — Kami o segurou na conversa por mais um tempo, fechando o pergaminho antes aberto sobre a mesa. — Tem uma besta em torno do seu último templo.
— Um fantasma? — Perguntou, pegando o pergaminho fechado que lhe foi dado.
— Uhm. — Kami negou com a cabeça. — Já deixou de ser fantasma há muito tempo.
— Ele não deve ser perigoso assim, se ninguém ainda o tirou de lá.
— Ele é: todos que enviamos para enfrentá-lo perderam miseravelmente até que desistimos.
— Eh? — Shu sentiu a própria bochecha se contorcer num espasmo. — Espera, espera, eu não estou em condições de lidar com isso, vocês estão me mandando pra lá pra morrer, é isso...?
— É sua última chance de retomar suas forças, Shu. — Kami suspirou. — Uma vez que seu último templo desapareça, você também definhará: não queremos que isso aconteça sem que você possa fazer nada, a besta que existe lá é um risco, mas que você tem o direito de correr.
De fato, o Deus esquecido corria riscos de uma forma ou de outra, por isso decidiu descer e ver por si mesmo aquela besta, o que quer que ela fosse.
— Bom... — Murmurou, coçando uma têmpora com a ponta do dedo. — Eu realmente não esperava por isso.
Era uma raposa branca, linda, com uma pelagem grossa em torno do pescoço: quando acordou ela estava postada sob o portal do templo, com dois coelhos mortos ao seu lado e a mandíbula manchada de sangue deixando claro que os havia cassado a pouco.
— Você trouxe pra mim? — Chegou perto, se agachando e pousando uma mão entre as orelhas felpudas. — É muita consideração da sua parte.
O animal aceitou o carinho, fechando os olhinhos e baixando um pouco a cabeça, em sinal de completo servilismo. Era algum tipo de espírito bem poderoso, sim, conseguia sentir sua presença sob aquela forma reprimida, mas não havia hostilidade nenhuma ali, muito pelo contrário.
— Que tal eu preparar isso pra nós dois? — Pegou os coelhos e se levantou, subindo a escada de pedra. — Venha, não seja tímido. — O viu parado ali à frente dos degraus, estatístico. — Sei que você também está com fome.
A raposa soltou o ar sonoramente pelo focinho marrom, virando o rosto pro outro lado. Shu franziu o cenho. "Ele não atravessa o portal por quê? Está velho demais pra repelir fantasmas, que dirá um demônio."
— Está tudo bem, pode vir. — Voltou um degrau, estendendo a mão. — Não se preocupe, eu não poderia te exorcizar nem se quisesse, além do mais... — Sorriu. — Eu não gosto de ficar sozinho.
Aquele último argumento pareceu convincente o suficiente, já que a raposa pôs uma das patas no primeiro degrau de pedra, e então saltou pra cima.
— Isso, isso, bom garoto... — Shu o recompensou com mais uma carícia no topo da cabeça antes de voltar a andar pelo pátio sujo do templo com a raposa no seu encalço.
"Resolvi um problema", foi o que pensou, planejando reportar isso mais tarde, mas Tenshi bateu no seu templo por volta do meio dia, e seu julgamento foi absoluto:
— Isso é inaceitável. — Bateu com o copo de chá na pobre mesa de madeira. — Vossa Alteza, Seja razoável: não pode simplesmente tratar uma entidade maligna de tal hierarquia como um animal doméstico.
— Mas ele é uma gracinha, não? — Coçou a têmpora, sorrindo sem jeito. — Além do mais ele é dócil, veja. — Acariciou a cabeça da raposa, sentada sobre as patas traseiras do seu lado, rosnando baixinho pro oficial celeste. — Aqui, dê a pata. — Pediu, estendendo a mão, ao que o animal pôs a pata sobre sua palma prontamente. — Viu?
— Isso não prova nada. — Tenshi cruzou os braços sobre o peito, severo. — Ele pode estar fingindo ser gentil agora, Alteza, mas ele é astuto, não podemos saber o que pode fazer depois, e eu prezo pela Sua segurança.
— O que ele poderia querer de um Deus esquecido como eu? — Apontou pra si mesmo, com um sorriso triste.
— Alteza, ele é quem tem afastado as pessoas do templo, por isso não há fiéis.
— Não teria fiéis com ele espantando as pessoas ou não. — Se levantou, uma vez que a carne cozida na panela parecia pronta. — Mas com ele por perto não construíram nada em cima até hoje, e por isso meu último templo ainda existe.
JAMES BENNER:Naquela maldita noite, acordei grogue ao pé da escada, com a visão embaçada, provavelmente devido a todo o sangue que perdi. Examinei o local onde aquela vadia atirou, e por sorte a bala entrou e saiu.Vagabunda, eu vou arrancar a sua cabeça!Arrastei-me até a cozinha, como um morto-vivo, e apanhei o kit de primeiros socorros. Com meu treinamento militar, obviamente, não podia pedir ajuda a ninguém. Higienizei o local e fiz as suturas sozinho, gritando de dor. Arranjei uma desculpa qualquer e passei alguns dias ausente da delegacia e da empresa.Utilizei minha influência para rastrear a conta bancária de Bianca e descobri que ela fez um saque considerável no caixa eletrônico do aeroporto. Dias depois, contratei um amigo hacker que invadiu as câmeras do aeroporto e identificou, nas imagens, o momento exato em que Bianca fez o saque. Logo após, a maldita comprou uma passagem e entregou um pacote de dinheiro para um casal que não conheço. Essa vagabunda, eu vou matá-la.Na
BIANCA OLSEN— Linda, linda! Perfeita! Você é um sonho de mulher, Bianca! — Ele volta a me beijar e sua mão me percorre inteira, até chegar onde anseio desesperadamente por ele. Com os dedos em minha fenda úmida, ele me toca e gememos juntos. — Ahhh! John! — Oh, Bia! Você está tão molhada, meu amor! Puta que pariu, que delícia! — Me estimula e meus gemidos aumentam mais, a cada toque daqueles dedos enormes em mim.— Isso! Geme para mim, Bia! Eu quero te ouvir! — Ordena com a voz potente em meu ouvido, ao passo que introduz dois dedos em mim. Ele acelera os movimentos, e obedeço a sua ordem respondendo aos seus estímulos. — Ahhhh! Isso, assim! — Porra, Bia! Que gemidinho gostoso! — Trocamos sorrisos devassos e ele volta a me beijar. É enlouquecedor de tão gostoso, vou ao delírio e sinto o orgasmos começando a me atingir. — John, eu vou… — Antes que eu termine a frase, sem parar os movimentos, ele desliza o corpo para baixo. Beija, lambe e morde minha virilha e o interior das minha
BIANCA OLSEN — John, me desculpe, eu… eu não posso! — Digo, tentando descer do balcão, mas ele me impede, segurando os meus braços com delicadeza. — Por que, não? — Pergunta, com uma expressão triste e confusa. Por que eu, provavelmente, sou uma assassina procurada, ou tenho um marido louco e com sede de vingança, me caçando? E quando você souber que menti, certamente você vai me odiar? — Penso, mas não tenho coragem, de dizer essa verdade a ele, então digo os outros motivos: — Porque eu trabalho aqui, você é meu chefe! Além disso, você tem namorada, uma namorada linda e loira, eu sou apenas a babá e… — Me impedindo de terminar a frase, ele segura meu rosto com as duas mãos. — Bia, eu não tenho namorada, terminei com Camilla bem antes de te conhecer. — Explica, colocando o meu cabelo atrás da orelha. — Olha, Bia, eu sei que não deveria estar aqui, te dizendo essas coisas, sei que, talvez, não devesse ter te beijado. Mas quer saber? Não me arrependo. — Alega parecendo aliviado,
JOHN COOPER:O dia foi infernal no escritório, passei o dia todo preocupado e só me acalmei, quando Edgar me ligou, avisando que ele e Lilly, haviam chegado bem na fazenda dos meus pais. São apenas duas horas de estrada, mas mesmo assim, fiquei angustiado. Sou um pai superprotetor, me julgue. Ao final da minha última reunião do dia, mal sento na cadeira e David invade minha sala, como de costume. — Se anima, nós vamos sair! — Impõe e nego com a cabeça. — Nem a pau, estou morto! Vou direto para casa!— Porra nenhuma, , vamos! Você está precisando! — Eu, ou você? — Não consigo conter o riso. — Nós dois, estamos fodidos, cansados e você sem sexo. — Ele debocha, sentando-se na cadeira à minha frente.— Pelo menos, não fui expulso da minha própria casa! — Zombo e ele ri. — Pelo menos, não estou apaixonado pela babá da minha filha! — Touché, filho da puta! — Então, já que não tem coragem de se declarar para a garota, nada melhor do que tomar umas, ouvindo um bom e velho rock 'n' roll.





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