Saí de trás da proteção do Montanha, caminhando devagar até o centro do quarto. Minhas duas mãos estavam firmes, espalmadas sobre a minha barriga.
— Esse bebê... é tudo o que eu tenho agora.
disse, olhando para os dois com os olhos injetados de raiva, mas com uma força que eu mesma desconhecia.
— Eu nem sei quem é o pai. Mas isso tem que acabar. Agora. Nós vamos fazer um teste de DNA. Se vocês querem tanto ser o pai dele, então comecem a agir como tal! Porque vocês não estão protegendo ning