— "Você fode quem você quiser."
Minha voz sai cortante, carregada de um desprezo que eu nem sabia que era capaz de sentir. Enquando ergo meus olhos pra encarar os dele.
Ele vira num estalo.
O rosto dele se desmancha.
O choque apaga a fúria e sobra apenas uma palidez assustadora.
— Nayla... eu não...
— Não!
rosno, e sinto as lágrimas de raiva virem, quentes e ácidas.
Não é tristeza, é raiva ... Tanta raiva.
— É isso, não é? É o que você faz, seu canalha! Me usou até o limite, me revirou