— O que foi? Veio me demitir?
Ela desafiou, cambaleando um passo à frente.
— Não precisa! Eu me demito! Eu...
Não deixei ela terminar. Segurei o braço dela. A pele estava quente, febril.
Comecei a arrastá-la para fora dali.
— Me larga! Seu idiota, o que você acha? que é meu dono? me larga!
Ela começou a bater nas minhas costas, socos sem força, mas cheios de indignação.
Não disse uma palavra até chegar ao carro. Abri a porta, mas ela se debateu, tentando escapar. Empurrei ela