O som das chaves girando na fechadura ecoou baixinho no corredor do meu apartamento. Entrei tentando fazer o mínimo de barulho possível, mas o coração ainda batia descompassado no peito. Queria apenas um pouco de paz... uma trégua depois da noite catastrófica que tive.
Assim que empurrei a porta, fui recebida por uma cena que aqueceu meu peito machucado: Nando, com os olhinhos semicerrados, quase dormindo no sofá, abraçado ao travesseiro pequeno que sempre levava para todos os lados. Quando me