Naquele instante, senti vergonha.
Não pelo acontecido, pois, eu estava de consciência limpa e sabia que minha filha seria incapaz de tal ato, mas era pelo lugar.
A cela suja, eu sentada no chão, como se fosse uma qualquer.
Respirei fundo e me levantei, vendo David se abaixar até Charlie, recebendo um abraço dela.
—Titio, por favor, ajude a minha mamãe? – Disse ela entre lágrimas, fazendo meu coração se partir.
—Você conhece essa pirralha, David? – Perguntou a mulher, com histeria. —Ah, aposto q