Mike Silva:
Seguro o braço dela com firmeza — não com brutalidade, mas o suficiente para deixar claro que ela não tem escolha — e a arrasto pelo corredor do hospital.
Cada passo que damos ecoa como um tambor de guerra nos meus ouvidos, ressoando junto ao baque surdo da minha raiva.
Meu peito é um campo minado, cada explosão abafada por anos de silêncio, de mágoa engolida a seco.
Ela tenta resistir, puxando o braço, bufando indignada como se fosse a vítima da história
A mesma velha encenação que