Os seguranças que tinham as mãos para trás, estremeceram diante da fúria do patrão.
Octávio se afastou olhando para as enormes pedras que diminuem o impacto das ondas do mar naquela área deserta da praia e respirou ofegante tentando conter o seu ódio.
— Ele me paga! Eu não vou perdoar dessa vez! Vou matá-lo! Ele tem tudo e eu não tenho nada!
Os empregados se entreolharam, sem compreender o sentido das palavras do patrão, mas se dispersaram no momento em que ele se virou