*16

Dário

Eu estava com o braço tatuado cobrindo os olhos, tentando me acalmar, quando o estômago dele roncou.

— Ontem à noite a gente não jantou — lembrei.

— Que desespero…

— Eu gostei desse desespero.

— Eu também.

Estendi a mão até a mesinha de cabeceira e olhei as horas.

— Ainda dá pra tomar café da manhã.

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